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QREN

PROJETOS CONCLUÍDOS / QREN [ inalentejo ]

 

  1. Requalificação da Urgência para preenchimento dos requisitos
    de Urgência Polivalente e RM (ressonância magnética)

Objetivos do projeto

Com este projeto pretendeu-se cumprir o programado no Plano de Negócios de 2007–2009 e no Plano de Atividades e Orçamento para 2008, para corresponder às exigências definidas pelo Governo, através do Ministério da Saúde, para a área da urgência/emergência.

A requalificação da urgência foi fundamental para a melhoria dos cuidados de saúde da população pois permitiu uma maior qualidade e capacidade de resposta a situações críticas sem necessidade de deslocações a Lisboa, maximizando os recursos e minimizando os custos, quer económicos quer ambientais.

Objetivo geral

  • Requalificar a urgência para preenchimento dos requisitos de urgência polivalente.

Principais objetivos específicos

  • Melhorar a capacidade de resposta em situações de urgência/emergência;
  • Dotar o Hospital de mais meios de diagnóstico (RM e Hemodinâmica);
  • Diferenciar o hospital através da realização de cardiologia de intervenção;
  • Dotar a urgência de equipamentos;
  • Melhorar as condições físicas da Urgência;
  • Melhorar as condições de segurança do heliporto para permitir voos noturnos.

Caracterização da Operação

Aquisição e instalação de um aparelho de ressonância magnética, aquisição e instalação de um sistema de hemodinâmica, aquisição de equipamentos para a Urgência, remodelação da Urgência, melhoria do heliporto já existente, nomeadamente nas condições de segurança em voo noturno.

Obras na urgência implicaram a reafetação de espaços, para proceder a remodelações, pintura e climatização, tendo exigido igualmente um grande esforço e dedicação dos profissionais envolvidos de forma a causar o mínimo transtorno ao utente e garantir-lhe a mesma qualidade nos cuidados prestados.

Remodelação do heliporto implicou a deslocação da antena situada no edifício dos bombeiros junto ao HESE, EPE, para o Alto de São Bento (na periferia da cidade) e a ampliação do heliporto para a área circundante, mais precisamente o jardim da Escola Superior de Enfermagem de São João de Deus.

A implementação do equipamento de ressonância magnética e do sistema de hemodinâmica implicou obras para adaptação dos espaços a estes equipamentos. Estas ocorreram num espaço libertado pela consulta externa de oftalmologia no Edifício do Espírito Santo.

 

1.03. Reforço da Diferenciação e Complementaridade de Serviços

Objetivos do projeto

Com este projeto pretende-se cumprir o que foi programado e acordado com o Governo através da aprovação pelo Ministério da Saúde do Plano de Negócios de 2007–2009 do Hospital do Espírito Santo de Évora, EPE, e também cumprir o Plano de Atividades e Orçamento para 2008.

Objetivo geral

Reforçar a diferenciação e a complementaridade de serviços de forma a promover uma melhoria nas condições de saúde das pessoas e ao mesmo tempo garantir maior equidade, por parte dos cidadãos, no acesso aos cuidados de saúde.

Principais objetivos específicos

  • Melhorar a capacidade de resposta do Serviço de Medicina Física e Reabilitação;
  • Dotar o Ginásio de Reabilitação de melhores condições físicas;
  • Reforçar a potência eléctrica do hospital de forma a dar resposta às necessidades e de forma a tornar possível a climatização do Hospital;
  • Dotar o serviço de internamento com novas camas, promovendo uma maior humanização do internamento;
  • Melhorar as condições de acolhimento das visitas dos doentes, através da reformulação da zona de admissão e da sala de espera adjacente;
  • Diminuir os custos e melhorar a eficiência técnica e económica;
  • Aumentar a eficiência operacional, através da redução de custos de manutenção e tempo de paragem, devido à antiguidade dos equipamentos médico-cirúrgicos;
  • Implementar um espaço dedicado à realização de sessões de hemodiálise em doentes portadores de HIV e/ou hepatite;
  • Modernizar o serviço de Nefrologia de forma a criar melhores condições de acolhimento dos utentes;
  • Alterar o local da Unidade de Esterilização e dotá-la de melhores condições físicas, possibilitando ao mesmo tempo o alargamento da UCI (já financiado pelo INALENTEJO através do projecto denominado “Requalificação da Urgência para preenchimento dos requisitos de Urgência Polivalente”);
  • Implantar uma estrutura de apoio que minimize os impactes das obras de remodelação da Urgência;
  • Criar uma nova sala operatória de forma a responder às necessidades actuais de forma a promover uma maior produtividade cirúrgica e reduzir tempos de espera cirúrgicos.

Caracterização da operação

A operação caracterizou-se pela requalificação do Serviço de Medicina Física e Reabilitação, dotando o serviço de um novo ginásio de reabilitação para aumentar o nível de conforto dos utentes e profissionais de saúde e a capacidade de resposta do serviço.

O reforço da potência elétrica do hospital, com a construção de um novo posto de transformação no edifício do Espírito Santo, permitiu que a climatização dos serviços de internamento se pudesse concretizar.

Humanizar o internamento hospitalar dotando os serviços com novas camas elétricas possibilitou aumentar o conforto e bem-estar do utente e melhorar as condições de trabalho dos profissionais de saúde, melhorando ainda as condições de acolhimento das visitas através da requalificação da zona de admissão das antigas consultas externas do edifício do Espírito Santo.

A criação de uma nova Unidade de Esterilização permitiu responder de forma eficaz às necessidades de todo o Distrito e Região Alentejo, ao mesmo tempo que viabilizou o alargamento da Unidade de Cuidados Intensivos Polivalente.

A infeção VIH/SIDA, representando elevados custos sociais e económicos, e a eficácia que a ação pública pode ter na mitigação dos seus efeitos e consequentemente nos custos, justificou que o HESE, EPE, criasse um Serviço de Nefrologia moderno e renovado, permitindo a realização de sessões de hemodiálise a utentes portadores de HIV e/ou hepatite, para dar resposta a um dos domínios prioritários do Plano Nacional de Saúde e do Programa do XXXVII Governo Constitucional, cumprir as recomendações da Inspeção-Geral da Saúde e ir de encontro ao Decreto-Lei n.º 505/99 de 20 de novembro, que “…fixa os requisitos que as unidades de diálise devem observar quanto a instalações, organização e funcionamento, dando início a uma nova fase de atividade que representa um assinalável contributo para a garantia técnica e assistencial…”.

Requalificar os serviços com novos equipamentos médico-cirúrgicos, nomeadamente, ORL (otorrinolaringologia), Bloco Operatório, Oftalmologia, Cardiologia, Anatomia Patológica e AVC, dotando o Hospital dos mais recentes meios tecnológicos, de forma a corresponder a um ganho para a saúde dos utentes e ao mesmo tempo obter uma mais-valia para os profissionais de saúde.

Implantar uma estrutura de apoio para a remodelação da urgência e alargar o Bloco Operatório com a criação de uma nova sala operatória de forma a aumentar a produtividade cirúrgica e a consequente redução das listas de espera.

 

1.04. DPSM (departamento de psiquiatria e saúde mental)

Objetivos do projeto

Com este projeto pretendeu-se cumprir o que foi programado no Plano de Negócios de 2007 – 2009 e no Plano de Atividades e Orçamento para 2008, para corresponder às exigências definidas pelo Governo, através do Ministério da Saúde, para a área da Psiquiatria e Saúde Mental.

A reformulação dos serviços de internamento foi fundamental para a melhoria dos cuidados de saúde da população, uma vez que permitiu uma maior qualidade e capacidade de resposta, maximizando os recursos e minimizando os custos, quer económicos quer ambientais, que acarretava o afastamento físico do “campus” hospitalar do internamento e da consulta externa de psiquiatria.

Diminuir os tempos de espera cirúrgicos, melhorar o acesso, garantir maior equidade de forma a promover uma melhoria nas condições de saúde da população.

Objetivo geral

Transferir o Internamento do Departamento de Saúde Mental (DPSM) para o edifício do Patrocínio e transferir as Especialidades Médicas e Consultas de DPSM para o edifício do Espírito Santo – construção da Unidade de Cirurgia de Ambulatório.

Principais objetivos específicos

  • Melhorar a capacidade de resposta das Consultas Externas de Saúde Mental;
  • Dotar o Hospital de Cirurgia de Ambulatório;
  • Diferenciar o Hospital através da realização de Cirurgia Ambulatória;
  • Responder ao desafio e aposta da Tutela de aumento da atividade cirúrgica de ambulatório;
  • Racionalizar as instalações existentes;
  • Diminuir os custos e melhorar a eficiência económica;
  • Melhorar as condições físicas dos Serviços de Internamento.

Caracterização da operação

Transferência do internamento do Serviço de Psiquiatria da Quinta do Albergue no Bairro dos Canaviais para o quarto piso do edifício do Patrocínio.

Criação da nova Unidade de Cirurgia de Ambulatório e das condições para a transferência do Serviço de Especialidades Médicas do edifício do Patrocínio para o edifício do Espírito Santo.

Transferência das Consultas Externas do Departamento de Saúde Mental para o Edifício do Espírito Santo.

 

1.11. Humanização, Diferenciação Técnica e Organizacional

Objetivos do projeto

Com este projeto pretendeu-se cumprir o que foi programado no Plano de Negócios de 2007–2009 e no Plano de Atividades e Orçamento para 2010, para corresponder às exigências definidas pelo Governo para os hospitais centrais e simultaneamente diferenciar os cuidados prestados aos utentes, apostando na qualidade assistencial e na humanização.

Igualmente pretendeu-se melhorar o circuito da informação, potenciar a informatização clínica e melhorar a gestão do circuito do medicamento e minimizar os custos com medicamentos.

Objetivo geral

Humanizar e diferenciar tecnicamente o hospital de forma a corresponder aos requisitos de Hospital Central.

Principais objetivos específicos

  • Humanizar os serviços através da melhoria das condições de acolhimento dos utentes e melhoria das condições de trabalho dos profissionais;
  • Adquirir diverso equipamento médico–cirúrgico e diferenciar a prestação de cuidados de saúde;
  • Facilitar o acesso aos profissionais de tecnologia de ponta, motivando-os para continuarem a desempenhar funções no interior do país;
  • Implementar um software de gestão documental, de forma a otimizar o circuito de informação documental, no sentido da desmaterialização de documentos;
  • Ligar todos os ecógrafos ao sistema PAC’s (digitalização de imagens médicas) de forma a permitir a consulta dos exames pelos médicos, através do computador;
  • Desenvolver e expandir a utilização da unidose e a dispensa automática de medicamentos;
  • Implementar um sistema informático de suporte à gestão do risco no HESE, que permita designadamente:
    • Aumentar o nível de notificação;
    • Identificar sistematicamente os riscos clínicos;
    • Identificar as causas;
    • Identificar e aplicar medidas para reduzir e gerir os possíveis riscos;
    • Controlar e efectuar o acompanhamento dos indicadores de riscos clínicos.

Caracterização da operação

  • Humanização de serviços através da implementação de sinalética, pinturas, melhoramento de salas de trabalho, aquisição de mesas-de-cabeceira multifuncionais para o serviço de internamento, implementação de um circuito de TV, aquisição de TV’s para alguns serviços e implementação do sistema de proteção anti-rapto de crianças para o serviço de obstetrícia;
  • Aquisição de diverso equipamento médico–cirúrgico para diversos serviços;
  • Implementação de um software de gestão documental;
  • Implementação de um interface de ligação entre os diversos ecógrafos existentes, e o sistema de digitalização de imagens médicas (PAC’s);
  • Desenvolvimento da unidose e dispensa automática de medicamentos;
  • Implementação de um sistema de gestão de riscos clínicos.

 

 

  1. PROJETOS A DECORRER / PT2020

 

2.01. Humanização – requalificação e diferenciação tecnológica

O projeto caracteriza-se por:

  • Aquisição de diverso equipamento médico-cirúrgico para diversos serviços, incluindo oncologia, cardiologia, oftalmologia, ginecologia e obstetrícia;
  • Aquisição de carros de regeneração das refeições principais e de balanças para rastreio nutricional dos utentes;
  • Adquirir veículos para a prestação de cuidados diferenciados de proximidade nas áreas oncológicas e de saúde mental;
  • Aquisição de um equipamento para implementar um sistema de barreira estéril automatizado.

Destaca-se a aquisição para o serviço de imagiologia de um RX portátil para apoio no bloco operatório, entre outros equipamentos.

A aquisição de material para o Serviço de Medicina Física e Reabilitação (foi requalificado com financiamento pelo QREN/INAlentejo, através da operação ALENT-08-0348-FEDER-000184 permitirá que o serviço diferencie os cuidados prestados.

A aquisição de novas viaturas para as áreas de oncologia e de psiquiatria possibilitará uma melhoria dos cuidados prestados. Na área oncológica estas servirão para que os oncologistas do HESE possam deslocar-se aos outros hospitais da Região Alentejo (ULS Baixo Alentejo, ULS Norte Alentejano e ULS do Litoral Alentejano) de forma a realizarem as consultas de oncologia nesses hospitais, de acordo com o protocolo em vigor com os outros hospitais. Na área da psiquiatria será possível manter e reforçar as consultas de proximidade já realizadas, evitando em muitos casos que estes doentes se tenham de deslocar ao hospital.

Também nas áreas da infeção hospitalar, nutrição e administração de sangue e terapêutica haverá ganhos sociais, promovendo o hospital uma melhoria de qualidade com a finalidade de proteger e salvaguardar o doente de riscos desnecessários durante a sua deslocação ao hospital, nomeadamente durante o período de internamento.

No seu conjunto, este projeto traz enormes melhorias aos cuidados prestados e permite uma maior oferta de serviços, constituindo-se como suporte fundamental às valências que cabe ao Hospital assegurar, no âmbito das redes de referenciação hospitalar.

A aquisição de equipamentos mais diferenciados permitirá uma maior capacidade de resposta aos utentes, potenciando o aumento de produção, quer por via do aumento da resposta aos utentes na área de abrangência direta do hospital, bem como no apoio aos utentes dos restantes hospitais da Região Alentejo.

A prestação de cuidados mais diferenciados com base em equipamentos tecnológicos mais recentes e de melhor qualidade poderá gerar ganhos importantes com alguns custos de contexto em que o HESE incorre atualmente.

No plano ambiental destaca-se a substituição de material médico-cirúrgico, menos eficiente energeticamente, por equipamentos mais recentes e com tecnologia mais eficiente no que concerne ao consumo energético.

Também ao nível dos resíduos hospitalares, o sistema previsto para a esterilização poderá permitir ganhos de eficiência que reduzam a quantidade de resíduos produzidos.

Igualdade de oportunidades no acesso à saúde é um direito de todos os cidadãos, e como refere a Organização Mundial da Saúde, “todas as pessoas devem poder atingir o seu potencial máximo de saúde, sem que as circunstâncias económicas e sociais de cada um determinem a consecução desse objetivo”.

Podemos afirmar que a equidade no acesso aos cuidados de saúde é apenas um dos fatores que promove a equidade no estado de saúde.

Além disso, ao aumentar a diferenciação do HESE, este projeto permitirá incrementar o nível de acesso a cuidados de saúde, de cidadãos que não tem condições económicas para se deslocar a instituições fora da sua área de residência.

Objetivos do projeto 

A reformulação dos serviços de suporte à atividade hospitalar é fundamental para a segurança dos cuidados de saúde prestados à população, uma vez que permitem uma maior qualidade e capacidade de resposta a eventos adversos. Tal reformulação contribui também para a minimização de custos, económicos, sociais e ambientais, bem como para uma maior igualdade de oportunidades.

As principais linhas orientadoras que motivam a apresentação deste projeto são:

  • Qualificar e consolidar as atividades já desenvolvidas pelo HESE, EPE, no âmbito da sua prestação de cuidados hospitalares, bem como o reforço da diferenciação e complementaridade de serviços;
  • Proporcionar a melhoria das condições de trabalho dos profissionais com a aquisição de diverso equipamento médicocirúrgico e diferenciar a prestação de cuidados de saúde;
  • Facilitar o acesso dos profissionais a tecnologia de ponta motivando-os para continuarem a desempenhar funções no interior do País;
  • Implementar sistemas de informação integrados que visam melhorar a qualidade dos serviços de saúde e segurança dos utentes;
  • A melhoria do parque de equipamentos médico-cirúrgicos em diversas áreas, entre as quais a oncologia, cardiologia e oftalmologia;
  • Criar condições para a prestação de cuidados de saúde de proximidade, nomeadamente na área do ambulatório de psiquiatria e saúde mental e na área oncológica.

Objetivo geral

Pretende-se humanizar e diferenciar tecnicamente o hospital de forma a corresponder aos requisitos de Hospital Central, garantindo um elevado desempenho e capacidade de resposta dos meios técnicos de tratamento e diagnóstico ao dispor da população da Região Alentejo, com grande enfoque na área oncológica, cardiológica e materno-infantil.

 

2.03. ReMoTe – requalificação e modernização tecnológica

Objetivos do projeto

A reformulação dos serviços de suporte à atividade hospitalar é fundamental para a segurança dos cuidados de saúde prestados à população, uma vez que permitem uma maior qualidade e capacidade de resposta a eventos adversos. Tal reformulação contribui também para a minimização de custos, económicos, sociais e ambientais, bem como para uma maior igualdade de oportunidades.

As principais linhas orientadoras que motivam a apresentação deste projeto são:

  • Qualificar e consolidar as atividades já desenvolvidas pelo HESE, EPE, no âmbito da sua prestação de cuidados hospitalares, bem como o reforço da diferenciação e complementaridade de serviços;
  • Proporcionar a melhoria das condições de trabalho dos profissionais com a aquisição de diverso equipamento médico-cirúrgico para diferenciar a prestação de cuidados de saúde;
  • Facilitar o acesso dos profissionais a tecnologia de ponta motivando-os para continuarem a desempenhar funções no interior do país;
  • Implementar sistemas de informação integrados que visam melhorar a qualidade dos serviços de saúde e segurança dos utentes;
  • A melhoria do parque de equipamentos médico-cirúrgicos em diversas áreas, entre as quais a oftalmologia, cardiologia, anatomia patológica e imagiologia;
  • Requalificação de serviços core da atividade hospitalar para garantir a continuidade e qualidade dos cuidados até à conclusão do novo Hospital Central do Alentejo;
  • Criar condições para a prestação de cuidados de saúde de proximidade.

Objetivo geral

Humanizar, diferenciar e requalificar o hospital de forma a corresponder aos requisitos de Hospital Central, garantindo um elevado desempenho e capacidade de resposta dos meios técnicos de tratamento e diagnóstico ao dispor da população da região Alentejo.

Principais objetivos específicos

  • Melhorar a resposta da rede de urgência/emergência do HESE com a requalificação da urgência geral, urgência pediátrica (em curso), unidade de cuidados intensivos polivalente (em curso) e bloco operatório;
  • Humanizar os serviços através da melhoria das condições de trabalho dos profissionais e as condições de conforto dos utentes;
  • Adquirir diverso equipamento médico-cirúrgico e diferenciar a prestação de cuidados de saúde;
  • Facilitar o acesso aos profissionais de tecnologia de ponta, motivando-os para continuarem a desempenhar funções no interior do país;
  • Diferenciar a resposta dos serviços, nomeadamente, de anatomia patológica e urgência pediátrica;
  • Diferenciar o serviço de imagiologia, dotando-o das mais modernas tecnologias de obtenção e análise de imagens médicas, com o propósito de possibilitar um melhor diagnóstico.

Caracterização da operação

  • Aquisição de diverso equipamento médico–cirúrgico para diversos serviços, incluindo, cardiologia, oftalmologia, cardiologia, anatomia patológica, medicinas, urgência geral e pediátrica, etc.;
  • Adquisição de um veículo para a prestação de cuidados diferenciados de proximidade em várias especialidades;
  • Atualização do equipamento de ressonância magnética, dotando-o dos mais modernos sistemas de diagnóstico em prol dos utentes e potenciando a vida útil do equipamento;
  • Requalificação de alguns serviços, nomeadamente, urgência pediátrica, unidade de cuidados intensivos polivalente, bloco operatório e oncologia.

 

2.04. SAMA (sistema de apoio à transformação digital da administração pública) – modernização do HESE – “pessoas com saúde”

Objetivos

Os objetivos propostos abarcam um amplo leque de serviços e melhorias, com elevado caráter inovador. A implementação da componente de Gestão de Processos de Saúde incluída no projeto “Pessoas com Saúde” ambiciona contribuir para a garantia dos seguintes objetivos estratégicos, por parte do HESE:

  • Promover a integração entre diferentes níveis de cuidados através da partilha eficiente e segura de informação clínica entre distintos intervenientes;
  • Facilitar a promoção de uma relação de proximidade e baseada na confiança entre os utentes, os cuidadores e os profissionais de saúde prestadores de cuidados domiciliários;
  • Dotar o cidadão de uma ferramenta (o PIC) facilitadora do acesso a cuidados de saúde adequados e de respostas eficientes e imediatas, através do estabelecimento de protocolos de cuidados, preparando todos os intervenientes para a tomada de decisão baseada na evidência e conhecimento científico, tendo por base a segurança, a experiência e a vontade do utente;
  • Dotar as ECCI de um instrumento de planeamento de cuidados que lhes confira a possibilidade de materializar um espaço de diálogo entre todos os cuidadores, permitindo-lhes uma intervenção mais efetiva;
  • Melhorar a qualidade dos cuidados de saúde prestados em contexto domiciliário, através da atuação proativa dos profissionais de saúde promovida pela criação de alarmística;
  • Promover a literacia em saúde por parte dos utentes e autogestão da respetiva doença crónica através da promoção da monitorização de dados clínicos;
  • Promover a autonomia dos utentes enquanto intervenientes ativos na gestão do seu percurso de vida e de saúde e na tomada de decisão relativa ao autocuidado;
  • Simplificar a interação do utente numa óptica de optimização de fluxos e percursos;
  • Promover a optimização do processo de atendimento e do espaço de receção disponível em resultado da desmaterialização de processos (ex: marcação de atos médicos numa só experiência, evitando a circulação entre corredores do hospital);
  • Mitigar o número de não-presenças dos utentes a meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) marcados e consequente custo associado, em resultado do envio de SMS (via iAP) ou email a relembrar a data, contribuindo para a otimização e eficiência da gestão de listas de espera;
  • Promover uma cultura paperless através da desmaterialização das requisições, com impacto no aumento da segurança clínica e diminuição da ocorrência de erros por via da redução do número de tarefas administrativas, bem como através da disponibilização online dos relatórios e resultados de MCDT;
  • Promover a uniformização do acesso à informação clínica do utente através da disponibilização de uma plataforma comum e partilhada entre entidades do serviço nacional de saúde (SNS) para consulta dos resultados de MCDT;
  • Evitar a duplicação de procedimentos que originam gastos adicionais desnecessários;
  • Maximizar a resolubilidade dos cuidados de saúde primários (CSP), capacitando os profissionais de saúde para a identificação precoce de situações de risco, libertando os centros hospitalares (CH) para situações de maior urgência e diferenciação;
  • Garantir um processo de tomada de decisão com um menor grau de risco clínico e consequentemente, potenciar a criação de valor tanto na perspetiva do utente como dos vários stakeholders do processo;
  • Reduzir a necessidade de recurso aos CH – tipicamente mais vocacionados para a resolução de casos de maior urgência e diferenciação – através da resolução de situações evitáveis e preveníveis a partir do domicílio bem como, através da concentração de serviços (como disponibilização de resultados dos MCDT via RSE – registo de saúde eletrónico) nos CSP;
  • Incentivar a aproximação dos instrumentos de gestão e de governação clínica e de saúde entre diferentes níveis de SNS.

 

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